Antes de se submeter a um tratamento odontológico, pessoas com alterações cardÃacas devem informar o dentista sobre o seu quadro de saúde geral. O mesmo, aliás, vale para quem apresenta fatores de risco, como obesidade, sedentarismo, hipertensão, diabetes e alteração renal.
Sim, sobretudo naqueles indivÃduos com maior risco de desenvolver endocardite: quem possuiu prótese de valva cardÃaca ou aqueles que têm doença valvar reumática.
Alguns pacientes com sopro precisam tomar antibióticos antes de fazer tratamentos dentários e pequenas cirurgias. Isso por que uma válvula doente pode abrigar bactérias da gengiva, que caem na corrente sanguÃnea durante manipulação ou ate escovação dentária!
“Em pacientes cardiopatas, o uso de pequena quantidade de anestésicos locais com vasoconstritor (dois a três tubetes de lidocaÃna a 2,0% com 1:100.000 de epinefrina) para procedimentos odontológicos é seguro e deve ser feito preferencialmenteâ€
Essa palpitação que acontece no seu coração quando o dentista está dando anestesia, é por causa de um composto quÃmico chamado de vasoconstritor, que está dentro do tubete de anestesia. Pra que serve o vasoconstritor? Basicamente para o que esse anestésico dure e mais.
Não existem pessoas que não podem tomar nenhum tipo de anestesia nem quem seja totalmente resistente a essa intervenção. Por isso, o anestesiologista faz uma avaliação e escolhe o medicamento e a dose indicada para cada paciente e procedimento. Quais são os possÃveis riscos da anestesia?
Olá, pacientes que são hipertensos podem sim realizar a extração dentária caso apresente pressão inferior á 14/95 mm/Hg, pacientes que apresente pressão arterial superior só deverão realizar algum procedimento em caso de urgência.
Então não deixe de ler esta postagem até o final!
- Reflita e descubra o que te preocupa.
- Escolha um dentista capacitado.
- Converse na primeira consulta.
- Combine alguma sinalização entre vocês.
- Respire fundo e controle a ansiedade.
- Faça o tratamento antes que a situação piore.
- Escute uma música.
Algumas doenças cardÃacas podem ser suspeitadas por meio de alguns sinais e sintomas, como por exemplo falta de ar, cansaço fácil, palpitações, inchaço nos tornozelos ou dor no peito, por exemplo, sendo recomendado ir ao cardiologista caso os sintomas se mantenham por vários dias, piorem ao longo do tempo ou surjam
São algumas delas:
- Cáries muito extensas ou necrose da polpa do dente;
- Retirada do siso;
- Dente quebrado , especialmente próximo à raiz;
- Tratamentos ortodônticos onde não haverá espaço para o dente na base óssea;
- Em casos de hiperdontia , ou seja, há dentes demais na boca.
O maior problema enfrentado pelos dentes do siso, no entanto, é a falta de espaço para nascer. Nesses casos, o ideal é que seja extraÃdo antes dos 30 anos. “Caso contrário, a raiz do dente vai se calcificando com o osso e a extração fica mais complicada, podendo até lesionar os nervos da região.
Dentista explica que higiene bucal vai muito além de proteger os dentes. Nervos inflamados podem virar porta de entrada para perigosas infecções. Não cuidar da higiene bucal pode causar cáries e perdas de dentes, todo mundo sabe.
Nunca desconsidere um dente inflamado. Apesar de à s vezes poder parecer algo mais tranquilo, na verdade pode ser uma situação perigosa em alguns casos. As bactérias que estão ali no dente podem migrar, pela corrente sanguÃnea, para outras partes do organismo e acarretarem outros danos.
Mas calma, nem tudo está perdido, existe uma alternativa para esse problema. “Podemos usar uma técnica chamada troncular que consiste em colocar o anestésico no tronco nervoso, uma região que está distante da região inflamada, para que o anestésico tenha o efeito de eliminar a dorâ€, explica Rodolfo.
A sensibilidade à percussão de um dente indica frequentemente que a inflamação se espalhou para os tecidos e ossos adjacentes, e neste caso deverá ser ponderada a realização de endodontia (desvitalização do dente).
Mesmo com arritmia, sopro cardÃaco ou outras doenças no Coração pode ser realizada a Cirurgia da VesÃcula! Porém isso só deve ocorrer após uma criteriosa avaliação do seu Cardiologista, onde ele deverá fornecer as informações necessárias para todo cuidado cardiológico trans-operatório.
Se você sofre com arritmia cardÃaca, acompanhe regularmente com o seu cardiologista. O tratamento pode ser simples, apenas com medicação, ou mesmo passar pela necessidade de implante de marcapasso cardÃaco. No entanto, cada caso deve ser avaliado de forma individualizada.
Conclusão: PrilocaÃna a 3% com felipressina 0,03 UI/ml pode ser utilizada com segurança em pacientes chagásicos e coronarianos com arritmia ventricular complexa.
Inicialmente, é essencial que a paciente seja avaliada cautelosamente por um cardiologista em relação ao problemas de coração. Problemas cardÃacos podem se dar por uma série de doenças que devem ser identificadas. Geralmente, não se indica cirurgias plásticas antes de se certificar que está tudo bem com o paciente.
Nesse contexto, quando problemas de saúde atingem o coração, a cirurgia no coração se apresenta como alternativa de tratamento para manter esse equilÃbrio em alguns casos especÃficos. Em determinadas situações clÃnicas, a intervenção cirúrgica é fundamental para manter o funcionamento adequado do coração.
No caso das eletivas, não há problema na anestesia geral após uma angioplastia coronariana, que pode ser realizada ( a anestesia) minutos após a angioplastia sem aumento de risco.
A articaÃna é contra-indicada em pacientes com metemoglobinemia idiopática ou congênita, anemia ou insuficiência cardÃaca ou respiratória, semelhantemente à prilocaÃna. Outra contra-indicação desse anestésico é para pacientes com alergia comprovada a medicamentos que contenha enxofre (sulfas, por exemplo).
Os pacientes hipertensos podem utilizar prilocaÃna 3% com felipressina 0,03 UI/ml, os quais não produzem alterações no sistema cardiovascular. Para pacientes descompensados recomenda-se utilizar anestésicos sem vasoconstritor, como a mepivacaÃna 3%(3).
A anestesia geral é a mais segura. Desde que bem assistidas pelo médico anestesista durante todo o procedimento, ambas são seguras.
A dor deve ser evitada ao máximo, sendo a principal responsável pelo estresse cirúrgico. As glândulas adrenais aumentam a produção de epinefrina e norepinefrina, o que eleva a pressão. A ansiedade e o medo também devem ser minimizados.
Como a prilocaÃna a mesma tem o mesmo poder de ação a ação vasodilatadora é menos que a lidocaÃna por isso é a primeira opção quando o paciente é proibido de utilizar vasoconstritores por doenças como hipertensões não controladas, arritmias cardÃacas, diabetes, hipertireoidismo entre outras.
Os vasoconstritores estão contraindicados em pacientes com angina pectóris instável, infarto do miocárdio recente (até 6 meses), acidente vascular cerebral recente, cirurgia de revascularização miocárdica recente, arritmias refratárias, insuficiência cardÃaca congestiva intratável ou não controlada, hipertireoidismo
Resistência à anestesia local pode ser comum e também ter causas genéticas. De acordo com uma pesquisa feita por cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, casos de resistência à anestesia local podem ser mais comuns do que imaginado, e podem também ter causas genéticas.
Efeitos colaterais da anestesia dentáriaA dormência sentida além da parte da boca anestesiada é muito comum. Após uma injeção local em suas gengivas, por exemplo, o medicamento pode fazer suas pálpebras e músculos da gengiva caÃrem.
Quanto à escolha do vasoconstritor de eleição para pacientes cardiopatas, a literatura aponta que a felipressina 0,03 UI/ml , como representante não adrenérgico, é a opção mais adequada por apresentar como principal vantagem a menor repercussão sobre o sistema cardiovascular.
O anestésico mais indicado é a MepivacaÃna, seguido pela LidocaÃna como segunda escolha, pela PrilocaÃna ou ArticaÃna como terceira escolha, ficando a BupivacaÃna como última opção. A dose máxima dos anestésicos utilizada em idosos deve ser reduzida ao máximo.
A abdominoplastia pode ser feita em pessoas com hipertensão e em qualquer idade? Sim, é um procedimento que pode ser realizado em pacientes hipertensos, desde que estejam controlados. Em relação à idade, só e importante avaliar individualmente cada caso de modo que seja proposto o melhor tratamento.
Se o paciente não estiver medicado e em caso de pacientes descompensados com pressão arterial acima de 140/95 mmHg não se deve intervir, recomenda-se que busque assistência terapêutica em pronto atendimento para evitar intercorrências.